Neste ponto de vista vemos a importância do papel da família e a possibilidade de repensar seus métodos de diálogo e prática de limites, pois isto tem deixado de existir no ambiente familiar. É necessário recuperar métodos de educação que tenham o amor e hierarquia como parâmetros. Os pais precisam educar para os valores e saber impor limites, mostrar par a criança o certo e o errado e formar os seus filhos moralmente. A partir daí escola entra com suas regras e disciplina visando também ao desenvolvimento moral de seus alunos, pois no ambiente escolar reunimos vários indivíduos que devem conviver com respeito e harmonia resultando na aprendizagem “ através das relações com o meio (ambiente em que ela está inserida e com que se relaciona) e o desenvolvimento moral não está separado dessa premissa” (Piaget, 1932, apud Camargo, 2004, p. 22).
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
VIOLÊNCIA , LIMITES E MORAL NA ESCOLA
Todos os dias lemos nos jornais reportagens sobre a violência que tem aumentado de forma descontrolada nas escolas. Converso com professores e colegas que estão ha mais tempo que eu no magistério, e, todos têm a mesma opinião de que esta violência tem aumentado cada vez mais no decorrer dos anos. Vemos diariamente nas salas de aula e nos corredores da escola que as crianças não têm mais paciência, não sabem dialogar, partem para os chutes, socos e pontapés ao serem contrariadas ou discordarem umas das outras. Além da violência, vemos também o desrespeito com os professores, alunos ultrapassando os limites, agredindo com palavrões. Estas são questões que me deixam preocupada e fazem com que eu pense nos motivos que levam essas crianças a agirem assim e quais soluções devemos buscar. Segundo Içamitiba no (livro Disciplina Limite na Medida Certa) diz que “A escola é um espaço intermediário de educação entre a família e sociedade, portanto, seus limites comportamentais e disciplina tende de ser mais severos que os familiares, porem mais suaves que os da sociedade.”
terça-feira, 2 de junho de 2009
Nelson Mandela
Trabalhando com meus alunos sobre as questões étnico-raciais sobre as personalidades afro-descendentes que se destacam encontrei esse texto e resolvi expor aqui."Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados. Nosso medo mais profundo é que somos poderosos além de qualquer medida. É a nossa luz, não as nossas trevas, o que mais nos apavora
Nós nos perguntamos: quem sou eu para ser Brilhante, Marvilhoso, Talentoso e Fabuloso? Na realidade, quem é você para não ser? Você é filho do universo. Você se fazer de pequeno não ajuda o mundo. Não há iluminação em se encolher, para que os outros não se sintam inseguros quando estão perto de você. Nascemos para manifestar a glória do universo que está dentro de nós. Não está apenas em um de nós: Está em todos nós. E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros".
(Nelson Mandela)
Nós nos perguntamos: quem sou eu para ser Brilhante, Marvilhoso, Talentoso e Fabuloso? Na realidade, quem é você para não ser? Você é filho do universo. Você se fazer de pequeno não ajuda o mundo. Não há iluminação em se encolher, para que os outros não se sintam inseguros quando estão perto de você. Nascemos para manifestar a glória do universo que está dentro de nós. Não está apenas em um de nós: Está em todos nós. E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros".
(Nelson Mandela)
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Discriminação

Toda a nossa existência como humanos é marcada por muitas construções sociais e fases que nos ajudam a interpretar o mundo ,sua natureza ,seus conflitos e injustiças.Vivemos em uma cultura que incentiva s desigualdades na escola , na família e na sociedade.Não percebemos que para vivermos bem neste mundo é necessário o conjunto , a coletividade e que dependemos dos outros para existir.Estas relações do grupo que deveriam ser pensadas em harmonia , liberdade ,respeito às diferenças e às minorias são deixadas de lado em detrimento da cultura do 'Eu', do individualismo ,do benefício de uns poucos que ganham com o sacrifício e exploração da maioria. Para onde se encaminha nosso mundo?O que podemos esperar para o futuro de nossos filhos?Vivemos em uma sociedade que discrimina e é preconceituosa quanto as diferenças de raças, preconceituosa quanto ao deficiente físico ,quanto a diferença de situação social e etc. Nas escolas,percebemos com espanto o reflexo dos preconceitos da sociedade em que vivemos , nas piadas e apelidos zombeteiros e ofensivos ao negro , chacotas pelas deficiências físicas do aluno com necessidades especiais ,a repetência do aluno pobre que "não tem capacidade de aprender" e altas taxas de repetência e evasão escolar entre as crianças negras,por serem estigmatizadas e desqualificadas devido ao racismo.
domingo, 3 de maio de 2009
Piaget e o Desenvolvimento Cognitivo
Piaget entende o desenvolvimento como um processo de equilibração constante, pois, o homem pensa e age para satisfazer necessidades, para superar desequilibrios e adaptar-se à novas situações. Segundo ele, é a capacidade de estabelecer relações entre o novo e o velho, de assimilar o novo e de acomodar (transformar) o velho é que promove o desenvolvimento e a aprendizagem. " A assimilação funciona como um desafio sobre a acomodação a qual faz originar novas formas de organização." (Becker, 2001 págª. 20.1).
Baseado nestes conceitos, penso que a vida é um constante desafio, que cada situação ou etapa de nossas vidas serve como base para novas situações e o aprendizado é consequência deste caminho. Quanto mais aberto à assimilarmos as coisas mais fácil fica para acomodá-las e modificá-las à nosso favor para vivermos com qualidade.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Mosaico-Étnico
Trabalhar com mosaico-étnico foi muito interessante, pois, surgiram questionamentos e dúvidas nas crianças quanto à aceitação da própria cor. Oportunizou uma conversa aberta sobre o racismo e uma tentativa de mudança quanto a visão de preconceitos. Penso que este é o nosso papel de professor, oportunizar crescimento e mudança, formar cidadãos livres de preconceitos e mais justos, para que possam viver e conviver de forma saudável em sociedade. Sabemos que a educação começa em casa, e esta mudança inicia-se no seio familiar com pensamentos de ética, dignidade e auto-estima. Cabe à nós professores trabalharmos em cima destes conceitos para formarmos o caráter de nossos alunos. O que não tem acontecido no momento atual de nossa sociedade, pois, as famílias tem delegado exclusivamente a educação de seus filhos para a escola eximindo-se da importância de seu papel.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Papel do educador
.jpg)
Enquanto o professor forma o profissional,
o educador prepara o cidadão,
enquanto o professor ensina a ciência,o educador
sensibiliza o coração e a alma;
enquanto o professor explica a gramática e expressões numéricas,
o educador imprime princípios e atitudes .
Por essas e outras razões ,todos os professores devem, aos poucos ,se tornar educadores.(Ivo juliato)
preconceito

A Escola é um espaço divercificado e privilegiado onde podemos resolver conflitos e aprender a conviver com as diferenças.Cabe aos professores identificar e combater atitudes preconceituosas de seus alunos com relação a forma de falar,de vestir,classe social ou a cor da pele daqueles com os quais eles convivem.Deve-se trabalhar e discutir as origens sociais e históricas destes preconceitos evitando assim,que o aluno os leve para sua vida afetiva e social.Buscando com isso,melhorar a qualidade das relações na escola e sociedade.Respeitar o espaço do outro,saber incluir o diferente em seu convívio ,levar em conta o rítmo de cada um,são atitudes importantes frente a convivência social.
Assinar:
Postagens (Atom)
